Fim da escala 6x1: menos horas de trabalho, obras mais caras e novos desafios para a infraestrutura
Qual será o impacto dessa mudança na execução das obras públicas em Minas Gerais?

Em entrevista ao Diário do Comércio, publicada nesta quarta-feira (21/10), o presidente do SICEPOT-MG, Bruno Baeta Ligório, analisou os reflexos da redução da jornada de trabalho sobre os custos, os prazos e a capacidade de investimento em infraestrutura.
Segundo a avaliação do Sindicato, os custos com mão de obra poderão aumentar mais de 10%, com reflexos sobre os contratos públicos e a execução de obras rodoviárias, de saneamento e de infraestrutura urbana.
Para Bruno Ligório, a questão central não é a redução da jornada, mas a necessidade de flexibilidade para atender às particularidades do setor.
“A redução todo mundo quer, faz parte do desenvolvimento, mas a inflexibilidade é ruim.”
O presidente defende que as condições de trabalho possam ser negociadas por meio das convenções coletivas, considerando as especificidades das atividades, a mobilização de equipes e a utilização dos equipamentos.
O alerta é importante: sem uma adequação às características da construção pesada, o aumento dos custos poderá significar menos obras e investimentos em infraestrutura.
💬 Como conciliar a melhoria das condições de trabalho com a produtividade e a capacidade de investimento do setor?
📰 Leia AQUI a entrevista completa no Diário do Comércio.
Fonte: jornal Diário do Comércio




Comentários